Labirintite

A labirintite é uma doença que acontece justamente nos nossos ouvidos, e que afeta várias estruturas dentro do mesmo, sendo as principais afetadas a audição e o equilíbrio.

De modo geral, se um indivíduo começa a presentar problemas como vertigem, tontura e desequilíbrio extremo pode-se desconfiar que está desenvolvendo uma inflamação no labirinto.

A seguir vamos falar um pouco mais sobre esse mal que aflige tantas pessoas e que prejudica tanto a qualidade de vida de cada uma delas! Vem conferir e aprender mais!

SINTOMAS

A labirintite acaba se apresentando com uma combinação de diferentes sintomas, mas o mais característico entre todos é a vertigem, que faz com que o paciente sinta que tudo ao seu redor gira e que não tem o menor controle sobre o próprio equilíbrio.

Além desse sintoma específico vários outros acabam acompanhando essa doença, e a seguir vamos listar alguns dos principais! Não deixe de dar uma olhada:

  • A tontura;
  • O vômito;
  • As náuseas;
  • O suor excessivo;
  • A perda temporária de audição;
  • O desequilíbrio extremo;
  • A audição que cada vez diminui mais;
  • A queda de cabelo, em alguns raros casos;

Normalmente a doença já está instalada há algum tempo, quando enfim a sua fase aguda aparece. De modo geral é sem dar avisos e às vezes dura apenas alguns minutos, outras dura várias horas em um mesmo dia, e essa intensidade pode variar em cada uma das crises.

A crise de labirintite, aliás, pode ser desencadeada por uma gripe ou resfriado, e de modo geral quando isso acontece os sintomas da doença começam a aparecer duas semanas após a cura do mal precursor.

É importante dizer que esse mal não causa desmaios, mas como a tontura é muito comum é melhor a pessoa não ficar deitada enquanto estiver em meio a uma crise, para não piorar essa sensação.

CAUSAS

As causas dessa doença ainda não são exatamente claras para os médicos. O que se sabe é que algumas infecções e inflamações podem fazer com que as crises se iniciem. É o caso da otite e do resfriado, por exemplo.

Tumores, algumas doenças neurológicas, compressões feitas mecanicamente, alergias e alterações genéticas também podem fazer com que uma crise se instale.

Vale dizer que alguns medicamentos de venda liberada podem ser extremamente prejudiciais para o ouvido interno. Fica o alerta sempre: não compre nenhum remédio sem a indicação de um especialista!

Durante a labirintite as áreas do ouvido interno do indivíduo ficam muito irritadas e inflamadas, e isso faz com que os nervos de uma parte do ouvido interno chamada vestíbulo passem a enviar sinais totalmente imprecisos para o cérebro, dizendo que o corpo está se movendo, quando na verdade ele não está!

Outros sentidos acabam não detectando esse movimento, como a visão, e isso causa confusão para o cérebro, que não consegue mais interpretar sinais e faz com que o nosso corpo perca completamente a capacidade de se manter equilibrado!

TRATAMENTO

De modo geral a labirintite vai aparecer e desaparecer por conta própria, mas isso vai demorar, talvez até algumas semanas. Os tratamentos são mais para reduzir os sintomas mesmo, como a tontura, a náusea e o vômito. Entre os medicamentos mais prescritos para esses casos estão…

  • Os anti-histamínicos;
  • Os corticoides, sendo o mais comum a prednisona, quando os sintomas do paciente estão muito graves;
  • Medicamentos básicos para controlar as náuseas e o vômito;
  • Remédios para fazer com que a tontura ceda;
  • Alguns sedativos, para permitir ao paciente que ele descanse;

Não existe uma cura para a labirintite. É preciso lidar com cada crise de uma vez e tentar combater os seus principais gatilhos, para que ela não se repita tanto, então, se você tem esse problema procure um médico e boa sorte!

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Insônia

Boas horas de sono são essenciais para a vida de qualquer indivíduo. Pesquisas apontam que é preciso de as nossas noites de sono tenham em média 8 horas de descanso. No entanto, infelizmente mais da metade da população mundial sofre ou já sofreu algum quadro de insônia.

Noites em claro sem dormir podem ser muito estressantes, além de atrapalhar a produtividade ao longo do dia, seja no profissional ou até mesmo nos estudos.

Esse distúrbio geralmente causam problemas de humor e falta de energia, o qual faz com que as pessoas se sintam altamente cansadas, não só à noite, mas também ao longo do seu dia.

Sintomas

Na maioria dos quadros de insônia caracteriza-se como principal sintoma o aumento do tempo que se demora para dar início ao sono. Mas alguns indivíduos conseguem dar início ao sono, sendo a sua insônia caracterizada por despertares ao longo da noite.

Nos casos onde o indivíduo acorda durante a noite, muitas vezes ele dorme o horário certo de horas e mesmo assim se sente cansado ao longo do dia, isso ocorre devido a falta do sono profundo.

A quantidade ideal de sono geralmente é descrita como 8 horas por dia, no entanto cada corpo responde de uma forma. Algumas pessoas necessitam de mais horas, enquanto outras de menos.

Causas

As causas que podem ocasionar a insônia são variadas. As principais são relacionadas a problemas de aspectos emocionais como stress, ansiedade entre outros, no entanto doenças também podem desencadear quadros de insônia.

Stress: Muitas preocupações relacionadas ao dia-a-dia de cada indivíduo também pode ser um agravante para insônia visto que questões de âmbito pessoal podem causar picos de stress.

Depressão: Aquelas pessoas que sofrem com depressão também podem ter problemas no sono, seja dormindo mais do que o normal ou também não conseguindo dormir.

Ansiedade: Indivíduos ansiosos também podem ter muita dificuldade para pegar no sono, devido às altas taxas de adrenalina no sangue.

Doenças:  As doenças também podem ser a causa desse tipo de problema,  como câncer,  problema tireoide, insuficiência cardíaca,  problemas pulmonares,  Mal  de Parkinson e Alzheimer.

Medicações: Muitos remédios também podem influenciar na capacidade do ser humano em adormecer ou permanecer dormindo.  Os antidepressivos por exemplo,  podem ter efeitos colaterais que despertam a insônia, além dos antialérgicos e corticosteróides.

Nicotina e álcool: O álcool impede que os estágios profundos de sono se concretizem de forma que pode ser que se desperte no meio da noite e a insônia apareça. Já a nicotina e derivados do tabaco possuem a insônia como efeito colateral.

Tratamentos

O tratamento para a insônia só pode ser decidido após um diagnóstico médico, visto que ela pode estar relacionada a outros transtornos como crises de pânico ou narcolepsia.

Ao buscar um auxílio médico o profissional da área da saúde vai lhe encaminhar para alguns exames os quais vão procurar estabelecer qual é a relação da insônia com os resultados dos exames, para assim chegar a raiz do problema.

Após o diagnóstico ser estabelecido por um médico, as opções de tratamento serão apontadas. Existem formas diferentes de tratar esse tipo de problema.

Medicamentos: Os medicamentos podem ser antidepressivos ou calmantes, ou você pode optar por aqueles que utilizam produtos naturais na sua formação. Como remédios homeopáticos ou florais.

Terapias comportamentais: Em alguns casos de insônia o problema é de origem emocional, nesse caso acompanhamentos são muito válidos.

Uma outra opção é a mudança de hábito, uma dieta saudável rica em vitaminas e minerais, refeições feitas nos horários corretos e a uma preparação para dormir que inclui desligar-se dos objetos eletrônicos, são extremamente válidas no combate a insônia.

Infecção urinária

A infecção urinária é um mal que afeta em sua maioria as mulheres, e muitas delas sabem exatamente como reconhecer os sintomas quando eles começam a se fazer presentes no organismo, dado o fato de que são muito característicos e a ocorrência por mais de uma vez se dá em muitas mulheres.

Ela pode se apresentar em qualquer lugar do sistema urinário, pode afetar tanto o trato urinário, como a bexiga, a uretra, e podendo até mesmo chegar nos rins, e seu tipo pode ser caracterizado pelo local onde ela se instala.

A cistite é a infecção urinária que se dá na bexiga, muito comum em mulheres; a uretrite é a que se dá na uretra e a pielonefrite é quando a bactéria consegue alcançar a região dos rins, sendo uma ameaça ao funcionamento dos mesmos e extremamente perigosa.

Ao notar qualquer um dos sintomas que indicam a infecção urinária é extremamente recomendado que o indivíduo busque por atendimento médico para que o diagnóstico possa ser realizado corretamente, bem como o tratamento, que irá depender da região afetada.

Sintomas

A presença de infecção urinária pode ocasionar uma série de sintomas nos indivíduos que dependem da região onde a mesma está instalada. O paciente pode sentir dor e ardência na hora de urinar, a vontade de ir ao banheiro constante, mesmo logo após tendo urinado, bem como uma dor na região pélvica.

Há também os sintomas que envolvem a cor da urina, que pode ser mais escura, o cheiro, que geralmente é mais forte e característico, e pode às vezes ser acompanhada de sangue. A incontinência também é um dos sinais da infecção urinária, além da dor na região retal e da frequência com que o paciente urina.

É importante, ao notar qualquer um dos sintomas, procurar por ajuda médica o mais rápido possível, dado que dependendo do local onde a infecção estiver instalada, o paciente pode sofrer vários tipos de complicações se postergar a busca por um tratamento, incluindo o ataque da região dos rins.

Beber bastante água e realizar a manutenção de uma alimentação saudável pode ser uma das alternativas enquanto se espera por uma consulta com um especialista, mas a automedicação não deve ser realizada, principalmente por ter a possibilidade de mascarar os sintomas, fazendo com que seja muito mais difícil reconhecer a infecção.

Causas

A bactéria E. Coli é a principal causadora das infecções urinárias, sendo transmitida principalmente pelas relações sexuais, e é de maior risco quando as mulheres são sexualmente ativas, dado que a ocorrência das infecções no trato urinário se apresentam majoritariamente no sexo feminino.

As pedras nos rins, as diabetes, a presença de infecções anteriores, bem como o sistema imunológico fraco e a presença de idade avançada e os hormônios da menopausa são fatores que possibilitam a contaminação pela bactéria com maior facilidade.

Tratamento

Os tratamentos para infecção urinária podem ser feitos por meio da administração de antibióticos, e podem apenas ser receitados por um médico especializado que irá avaliar o caso e determinar tanto o tipo de medicação quanto a duração do tratamento.

Para ajudar o paciente a recuperar-se e para que ele possa manter uma vida saudável e prevenir a recorrência das infecções urinárias, é necessário beber muita água para conseguir limpar o trato urinário e livrar-se das bactérias que estão causando a infecção.

Faz-se muito necessário buscar o acompanhamento médico para que a doença possa ser tratada corretamente ao reconhecer o aparecimento dos sinais no organismo, pois, quando avançada, a infecção urinária pode atingir os rins e se tornar extremamente difícil de tratar – podendo até mesmo requerer tratamentos com intervenções cirúrgicas.