Sífilis

Se você está lendo esse artigo é porque quer saber sobre a Síflis (DST), uma doença que afeta milhares de pessoas e é transmitida pelo ato sexual. Continue lendo o artigo e entenda melhor essa doença.

Sintomas

A Sífilis apresenta vários sintomas, que podem variar de acordo com o estágio em que a doença se encontra. Nem sempre os sintomas tem a mesma ordem, uma vez que as fases podem se sobrepor. São quatro estágios da sífilis, primário, secundário, latente e terciário. Veja a seguir os sintomas de acordo com cada estágio da doença:

– Estágio primário: aparecem feridas onde está a infectado, no período entre 14 e 21 dias. Quando as feridas se localizam no colo do útero ou no reto não é possível detectá-las. Mesmo que a pessoa não trate a doença as feridas costumam sumir no período de um mês e meio.

– Estágio Secundário: as pessoas que não tratam a sífilis no primeiro estágio (cerca de 33%) tendem a desenvolver o segundo estágio da doença. Os sintomas são: dores de garganta, dores musculares, febre, não consegue engolir. Além desses sintomas também podem aparecer outros como, por exemplo, manchas vermelhas na pele, ínguas nas axilas, e em outros locais, o baço aumenta e o fígado.

– Estágio Latente: esse estágio ocorre quando a sífilis não está agindo no organismo, quando ela está dormente, não apresenta sintomas. A doença pode nunca se manifestar no organismo, mas pode evoluir indo para o pior estágio o terciário.

– Estágio terciário: esse é o pior estágio da sífilis é quando ela apresenta todos os sintomas, inclusive muita dor.

Causas

A Sífilis é uma doença muito perigosa, inclusive porque é silenciosa, pois uma vez que a pessoa é infectada pela bactéria, Treponema pallidum, ela fica no organismo sem se manifestar. Nesse tempo a pessoa vai transmitindo a bactéria para outras pessoas sem saber que está com a doença, pois ela pode levar até 10 anos para se manifestar. A transmissão pode ocorrer através da relação sexual e por cortes pequenos na pele, como também por mucosas. O seu contágio se dá no início, quando a bactéria está inativa no organismo, também se dá na fase 1 e 2.

A sífilis pode ser congênita, ou seja, passada de mãe para filho, na hora do parto ou durante a gestação. É muito difícil a transmissão ocorrer através do beijo, depois que a doença é curada ela não volta, a não ser que haja novo contato com uma pessoa infectada com a doença. Como já foi dito acima a Sífilis é uma doença transmitida de pessoa para pessoa, a melhor forma de evitar o contágio é tomando certos cuidados, como por exemplo, não transar sem camisinha.

Tratamentos

Primeiro é necessário procurar ajuda médica para diagnosticar se a doença está no organismo. Vale lembrar que os sintomas da sífilis é facilmente confundido com os de outras doenças, por isso é necessário que o médico peça exames para comprovar a presença da bactéria no organismo. São feitos exames de sangue, exames de bactérias se for necessário e pulsão lombar. A sífilis deve ser tratada com antibiótico, a Penicilina é o mais indicado, uma vez que apenas uma injeção já é o bastante para impedir que a doença evolua de estágio. Depois de fazer o tratamento é importante fazer exames de rotina até 2 anos depois para garantir que a bactéria não voltou.

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Trombose

A trombose é um problema sério que ocorre nas pernas, ou seja, decorrente de varizes que criam caroços dificultando a passagem do sangue. Ficou curioso e quer saber mais? Continue lendo o artigo.

Sintomas da Trombose

A trombose é uma doença que vem afetando cada vez mais indivíduos, ela ocorre nos vasos sanguíneos. Para entender melhor, a trombose ocorre quando há coagulação do sangue nas veias, impedindo que haja circulação do mesmo. As veias e os vasos sanguíneos são os responsáveis pela circulação do sangue no corpo humano e de levar o sangue até o coração. Quando os coágulos aparecem nas veias mais superficiais ocasiona a tromboflebite. A trombose ocorre, com mais frequência nas coxas e nas pernas, mas os casos mais graves acontecem, quando um dos coágulos se soltam e entram na corrente sanguínea promovendo uma embolia, se alojando nos pulmões, no cérebro ou até mesmo no coração.

Normalmente os sintomas da trombose são localizados, como dores nos tornozelos, nas pernas, queimação no local afetado, pernas inchadas, pernas na cor azul ou avermelhadas. Existem casos em que a trombose não apresenta sintomas tornando o diagnóstico da doença mais dificultoso.

Causas da Trombose

A trombose pode ocorrer devido a alguns fatores como:

– Ficar sentado por muito tempo, ou dentro de um avião na mesma posição por um longo período, pois os músculos da panturrilha não se contraem o suficiente para fazer com que o sangue circule;

– Ficar um período muito grande deitado, ou fazendo repouso absoluto, aumenta as chances de ter trombose;

– Anestesia antes de cirurgias deixa as varizes mais dilatadas podendo ocasionar uma trombose;

– Mulheres grávidas que tem predisposição para trombose, ou seja, que traga na genética o problema. Tem mais facilidade de desenvolver a doença;

– Pessoas acima do peso, também tem maior incidência em ter trombose;

– Fumantes também tem maior risco de ter trombose facilitando a coagulação do sangue;

– Pessoas com o sangue muito denso, também pode sofrer de trombose;

– Problemas de saúde como insuficiência cardíaca também podem desencadear uma trombose;

– O uso de pílulas anticoncepcionais, bem como a reposição hormonal podem desencadear trombose.

Tratamento para trombose

O tratamento para a trombose deve ser feito com acompanhamento médico, pois existem inúmeros medicamentos que podem ser usados. os tratamentos disponíveis para trombose são:

– Anticoagulantes que diluem o sangue;

– O uso de heparina, nos casos mais graves de trombose;

– Usar um filtro no abdômen onde está localizada a maior veia para evitar que os coágulos se desprendam e sigam para o pulmão ou coração;

– Uso de meias de compressão que auxiliam a diminuir o edema que a trombose ocasionou.

É importante salientar que é preciso ir ao médico para que o mesmo faça o diagnóstico da doença para receitar o melhor tratamento. NUNCA se automedique, pois você poderá causar um problema ainda maior podendo levar à morte. Procure um especialista o quanto antes, se você tiver algum dos sintomas acima, para dar início ao tratamento e evitar problemas maiores.

Zika vírus

Zika vírus, quem não ouviu falar desse vírus durante o ano e todas as complicações que o mesmo pode transmitir?! O transmissor do vírus Zika é o mosquito Aedes aegipty. Saiba mais sobre o vírus aqui.

Sintomas do Zika Vírus

Os primeiros casos de, Zika vírus aqui no Brasil, foram identificados no ano de 2015, nos estados de Rio Grande do Norte e na Bahia, hoje já foi identificado em 70 países.  Uma pessoa que é infectada pelo Zika vírus pode apresentar os sintomas entre 3 e 12 dias e os sintomas são semelhantes aos da dengue. Porém 80% das pessoas que são infectadas pelo Zika não apresentam sintomas.

Os sintomas do Zika vírus são: mialgia (dor muscular muito forte), temperatura corporal entre 37,8°C e 38,5°C, artralgia (dor nas articulações, mais comum nas mãos e nos pés, acompanhado com inchaço), conjuntivite ( sem secreção nos olhos), erupções cutâneas com coceira, no rosto, nos pés, nas mãos e tronco. Em alguns casos raros, podem ocorrer diarreia, fotofobia, dor no abdômen, úlceras na mucosa da boca, constipação. Os sintomas permanecem no organismo, entre 2 e 7 dias, porém as dores nas articulações podem permanecer por cerca de 30 dias.

Causas de contaminação do Zíka Vírus

O Zika vírus pode ser transmitido através da picada do mosquito Aedes Aegipty. O mesmo apresenta a cor marrom ou preta com listras brancas nas pernas e no corpo, o que pode ser facilmente identificado. Quando o mosquito pica na pele o indivíduo não sente, uma vez que não coça e nem dói, como o mosquito voa a menos de dois metros do chão ele costuma picar as panturrilhas, os pés e os joelhos. O mesmo pode atacar as pessoas estando dentro de casa ou na rua, mesmo que esteja calor, pois ao ficar na sombra o mosquito pode picar.

A mulher grávida pode transmitir a Zica para o bebe enquanto está grávida e o mesmo poderá desenvolver a microcefalia e outros problemas cerebrais muito graves, como também problemas sérios nas articulações, problemas nos olhos, entre outras malformações que ainda estão em estudos.

Outra forma de transmissão do Zika é através da relação sexual entre parceiros, desde que um deles esteja infectado pelo vírus, mesmo que o indivíduo que estiver infectado não apresente os sintomas. Também está sendo estudada outras formas de transmissão do vírus, como pela saliva, transfusão de sangue, entre outras. Por isso a ANVISA e o Ministério da Saúde estão fazendo uma nova triagem para quem quer doar sangue.

Tratamentos contra o Zika Vírus

O Zika Vírus pode ou não apresentar sintomas o que faz com que seja mais difícil detectar se a pessoa está contaminada ou não. Portanto o tratamento da doença só ocorre quando a pessoa apresenta os sintomas, que é o uso de medicamentos como analgésicos, porém devem ser evitados medicamentos com Ácido Acetilsalicílico. Esses medicamentos podem provocar hemorragia, os anti-inflamatórios como diclofenaco, piroxicam e ibrupofeno não podem ser ministrados. Paracetamol e dipirona são os medicamentos usados para combater alívio dos sintomas da Zika.